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    O Planejamento na administração é fator primordial para que se possa com tranqüilidade enfrentar as diversas situações do dia-a-dia e ainda, acertadamente tomar decisões, que farão a diferença na gestão administrativa. 

     

    O Planejamento envolve agir de forma cumulativa no sentido de realizar metas e de melhorar o que acontece. Somente quando se dedica sistematicamente à reflexão, ao questionamento e ao acompanhamento de metas em horizontes de tempo maiores é que se começa a planejar de verdade. Uma coisa é se adaptar às circunstâncias, outra é tentar mudá-las. 

     

    Uma coisa é eficiência, outra é eficácia. Qualidade não é apenas realizar a rotina de forma satisfatória. Também é mudar a rotina melhorar e criar novas rotinas (inovação). Organização é a forma de dar conta da rotina de forma continuada e eficiente. O planejamento requer uma quebra da rotina e compete com ela, num aparente conflito. Temos de ceder de um lado para dar atenção ao outro de maneira equilibrada, pois ambos são importantes. 

     

    O Planejamento é um processo em três níveis. 

     

    Político: definição de valores e metas. 

    Estratégico: planejamento e acompanhamento de objetivos intermediários. 

    Tático: aplicação e adaptação da estratégia à realidade. 

     

    Política é a arte do presidente, estratégia é a arte do general, tática é a arte do sargento e a batalha é a sina do soldado. 

    A maioria das pessoas vai para a batalha sem ter nem tática. 

     

    O planejamento envolve ferramentas e hábitos adicionais e distintos daqueles que atendem à organização. Quando ambos se misturam (ao invés de se integrarem), o planejamento sempre perde, pois o longo prazo é visto como algo indefinido que sempre pode esperar (ou atrasar) um pouco mais. A ilusão de ótica temporal distorce o próximo, que sempre parece maior do que o distante. 

     

    *Artigo de Jaime Wagner, Fundador e diretor da PowerSelf Desenvolvimento Pessoal é autor dos livros “O Entregador de Sonhos – Reflexões de um Empreendedor” e “A Arte de Administrar o Tempo”. 

    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

    É um modelo de decisão, unificado e integrador, que: 

     

    a) Determina e revela o propósito organizacional em termos de valores, Missão, Objetivo, Estratégias, Metas e Ações, com foco em priorizar alocação de recursos; 

    b) Delimita os domínios de atuação da instituição; 

    c) Descreve as condições internas de resposta ao ambiente esterno e a forma de modificá-las, com vistas ao fortalecimento da instituição e; 

    d) Engaja todos os níveis da instituição para a consecução de fins maiores. 

     

    Benefícios do Planejamento Estratégico: 

     

    a) Agiliza decisões; 

    b) Melhora a comunicação; 

    c) Aumenta a capacidade gerencial para tomada de decisões; 

    d) Promove uma consciência coletiva; 

    e) Proporciona uma visão de conjunto; 

    f) Maior delegação; 

    g) Direção única para todos; 

    h) Orienta programas de qualidade e; 

    i) Melhora o relacionamento da organização com seu ambiente interno e externo. 

     

    Condições para o Planejamento Estratégico: 

     

    a) Consciência de sua necessidade; 

    b) Decisão pela sua utilização; 

    c) Envolvimento efetivo da direção; 

    d) Clima propício; 

    e) Informações relevantes para o planejamento e; 

    f) Participação organizada. 

    PLANEJAMENTO NO SETOR PÚBLICO

    A partir da progressiva integração entre os três instrumentos de planejamento público, o Plano Plurianual – PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO e a Lei Orçamentária Anual – LOA, pretende contribuir para a evolução e aperfeiçoamento da gestão pública. 

     

    O PPA pode ser considerado a consolidação de uma visão unificada em relação aos problemas, prioridades e estratégias de governo, embutindo uma proposta de trabalho conjunto de todas as suas instâncias, para o período de quatro anos. Mapeia os objetivos estratégicos de cada pasta, bem como a definição de suas prioridades e metas ao longo desse período. 

     

    A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) feita para o período de um ano, aponta as prioridades na alocação dos recursos e a Lei Orçamentária, também anual, define os valores para as ações por grupos de despesas e controla o valor total por programas. 

     

    Há uma total harmonia entre as leis. A responsabilidade fiscal e a estabilidade monetária são marcos fundamentais e a guarda total do respeito à esta nova cultura. Todos os projetos celebrados dentro do arcabouço do PPA devem estar contemplados na LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias e LOA - Lei Orçamentária Anual. 

     

    Desenvolver um planejamento ideal e bem sucedido à um município, demanda conhecimento profundo da Legislação, do Plano de Governo, seus Programas e Metas Físicas e Fiscais. Finalidade esta, capaz de promover ações básicas à boa gestão administrativa e também capaz de satisfazer a necessidade da sociedade.